Planos Integrados de Mobilidade

A Inteligência Não-Artificial

Com base em análises sobre a infraestrutura existente, suas interferências ambientais consolidadas e projeções de ocupações futuras, elaboramos algumas propostas que visam o transporte coletivo e novos eixos que possibilitem deslocamentos rápidos, seguros e eficientes por modais que beneficiem sobre tudo, o cidadão comum em suas atividades e possibilidades de integração regional.

 

Tudo Nos Trilhos

Na região Metropolitana de Campinas – através da extinta Emplasa inicialmente e, posterior condução pela AGEMCAMP – desenvolveu o Plano Diretor de Urbanismo Integrado – PDUI, parte do Plano de Expansão da Macro Metrópole de São Paulo.

Desse modo, em contribuição aos Grupos de Trabalho no setor de Mobilidade, Transporte e Logística, levamos em 2018 uma proposta no aproveitamento da malha ferroviária regional. Estendendo os estudos para implantação de transporte de passageiros via trilhos entre São Paulo-Campinas, a outros municípios de grande importância econômica e produtiva da região.

 

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Até então, o estudo (azul) visava ligar São Paulo ao Aeroporto de Viracópos, sendo que, a malha ferroviária existente ainda se estende até Limeira (verde), passando por Americana e, cruza o eixo que vai da cidade de Itu à Arthur Nogueira numa direção Sul-Norte (amarelo).

Afinal, até mesmo pela mancha de ocupação das cidades (2018) pode-se notar que o aproveitamento das malhas ferroviárias – usadas hoje apenas para o transporte de carga – pode redesenhar o transporte de passageiros regional, integrando com alta eficiência os municípios mais populosos.

A nova proposta segue a ideia do “Metrô de Superfície” já utilizado na rede da Grande São Paulo.

Este material pode ser encontrado em https://bibliotecavirtual.sp.gov.br/ativosdigitais/agemcamp/caderno-pdui/

 

 

O Gasoduto e o Modal Eficiente

Campinas – Indaiatuba – Salto – BRT Regional

Ainda assim, seguindo a linha de Planos Regionais Estratégicos; propusemos em 2023 uma possível integração no transporte coletivo de massa que pode trazer a municípios próximos, um novo eixo alternativo, estendendo o BRT de Campinas através do leito do Gasoduto Bolívia-Brasil pelos Municípios de Salto, Indaiatuba até o Terminal Campo Grande do BRT, de Campinas.

Estrategicamente, a proposta visa aproveitar o leito do Gasoduto, tendo como diretriz a implantação de viário robusto ao longo de seu eixo, para a extensão do sistema BRT Campinas, visto que, a ocupação do solo ficou limitada para construções na superfície.
Além de que, os estudos ambientais já receberam licenciamentos, inclusive com permissão de supressão de mata em algumas áreas de sua implantação.

 

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O fato é que o crescimento das regiões noroeste de Salto e oeste de Indaiatuba são uma realidade, visto os projetos já aprovados para novas ocupações. Este crescimento deverá gerar grande demanda por transporte público.
Estes novos bairros se localizarão a cerca de 30 minutos – em deslocamento veicular por dentro das malhas locais – do principal eixo atual entre estes municípios e Campinas; a atual SP75. Rodovia em concessão pelo estado que já demonstra saturação em diversos horários.

Por fim, o novo eixo viário abrigaria prioritariamente a extensão deste BRT que passaria a ser um transporte regional – através de consórcio, ou convênio Intermunicipal – diminuindo os trajetos atuais e futuros pelas malhas urbanas até a rodovia. Bem como, integrando regiões em rota alternativa com transporte público de qualidade, acessível e com menores custos ao cidadão e ao poder público.

O Futuro Se Pensa Antes.