Conceito

Movimentando todos os setores

Novas lojas, novos serviços, fazem uma economia entrar em uma “engrenagem” de trabalho, geração de emprego e consequente distribuição de rendas e mais consumo. Esta visão é possível, graças aos avanços de comunicação e transportes, encurtando o tempo e as distâncias. Hoje o desenvolvimento de cidades de pequeno e médio porte trazem o que há duas décadas, era apenas privilégio de grandes centros urbanos. Escolas de bom nível, universidades, hospitais e centros médicos de atendimento amplo e diversificado, rede bancária, indústrias, enfim, peças fundamentais para que se possa rodar uma economia local.

WorkCenter – Indaiatuba/SP 2012


Novos Negócios e Fronteiras

Sendo assim, encontramos no interior de alguns estado um mercado para novos negócios. Cidades ampliando seus setores de comércio e serviços. Não é incomum a proliferação de pequenos “shopping centers” chamados de “Malls” em cidades que até então, mal possuíam um comércio local básico. Alguns destes pequenos centros de comércio ganharam o interesse de investidores. Levar o produto cotidiano, principalmente, mais perto do consumidor é a proposta. O Comércio Vicinal.


Pequenas Empresas, Grandes Perspectivas

Investir num pequeno negócio, pode ser uma forma de trabalho com benefícios para uma comunidade, numa atividade com administração mais simplificada e com rendimento específico. Os custos de investimento são variáveis obviamente, conforme o que se pretende, porém, a perspectiva em um mercado bem direcionado amplia as possibilidades de sucesso.

 

 Lojas em Centros de Compras (Indoor)

Lokau Modas e Acessórios Shopping Jaraguá Indaiatuba/SP 1994

 

Em exemplo, um Shopping de pequeno porte, dirigido ao atendimento de um mercado para 50 mil consumidores, uma loja de 30 metros quadrados absorve um custo de instalação a partir de US$ 6,000.

A ASBRASCE (Associação Brasileira dos Shoppings Centers), possui estudos demonstrando que ao contrário do que se pensa, um pequeno centro de compras não tem o “tempo de retorno de investimento”, tão maior que em grandes centros, onde porém, os investimentos são certamente maiores.

 

 

Elzira Duran Bijoux, Rio Preto Shopping – S.J.Rio Preto/SP 1988


Lojas em Ruas de Comércio (outdoor)

Do mesmo modo, em ruas de comércio, lojistas entenderam que seus estabelecimentos são a “embalagem” da embalagem dos seus produtos. A “Arquitetura Promocional”, na busca de uma imagem que interligue seus produtos, ao seu público alvo.  Em lojas ligadas a moda, por exemplo, referências a um estilo de vestir pode ser proposto através da imagem em suas instalações.

 

 


Portinhola – Cidade jardim SP 1987

Desta forma, dois estreitos sobrados geminados, com estado de conservação precário, foram unidos e “ambientalizados” numa reforma rústica para abrigar uma loja de roupas Jeans.  Assim, foi criado um elemento para união dos dois prédios, centralizando a entrada em nova fachada.
Portanto, uma adaptação como solução para o aproveitamento de “pontos comerciais”. Também pode ser chamada de revitalização. Pois, inviabilizadas como residências pela localização e instalações, um novo prédio ganhou atividade e utilização mais adequadas para o local.


Pequenos Edifícios

Outra forma de aproveitamento e renovação de pequenos centros comerciais, sem grande adensamento, está na substituição de imóveis antigos e de instalações precárias, por pequenos edifícios com lojas no passeio e salas comerciais, destinadas normalmente a pequenos empresas de serviços como consultórios, escritórios, estúdios e outros.


De uma esquina com um bar decadente, uma nova atividade revitaliza a vizinhança.

Assim, este prédio apesar de pequeno, prevê uma ou duas lojas no térreo e três andares com planta livre em 170 metros quadrados.

Elevador com acessibilidade integral em todos os setores.